terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Sentir-te...

Pensei como seria abraçar-te e senti-te, tal como se estivesses aqui a meu lado sentado no sofá a sorrir-me. Pensei depois como seria beijar-te e senti-te, tal como se desbravasses a distância e apagasses a ausência só para me beijar e sorrir a seguir. Pensei como seria se pudessemos entrelaçar as nossas mãos e senti as tuas mãos nas minhas, parei de escrever, parei de pensar, ficou o tempo parado no ar e de olhos fechados consegui ver-te sorrir. ...

como se aqui estivesses.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

O essencial é invisível aos olhos

Amor?..Estás aí?
Sempre.
Mas não te vejo...!
Mas sentes-me.
Abanonaste-me?
Nunca!
Mas onde estás?!
Dentro de ti!

domingo, 6 de janeiro de 2008

Por razao alguma....

Naquele dia quando te vi, queria apenas ficar-te a observar de longe
Vi-te
E derepente, voltou tudo
O tempo que passamos juntos
a musica
os beijos
Tu
e foi tudo tanto em tao pouco tempo
Foi
Mesmo assim, fiquei com aquela estupida dor de barriga quando te vi
As vezes ainda me sinto como uma adolescente... e contigo, senti-me assim
Ainda sinto



O mundo peom Barreiras e nos pulamos, mesmo nos pomos barreiras em nos mesmas e saltamos ainda mais alto!
Porque motivo nenhum, nem de ontem nem outro te deixarei.
Porque senti as tuas palavras magicas a sussurarem-me no ouvido e fiquei segura e certa que é contigo que eu quero passar o meu futuro.
cada dia plantas mais um pedaço de ti em mim, cada dia partilho um pouco mais de mim.

Adoro-te

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

My name is Bora... Letsbora




Orgulho de mãe!

Uma breve descrição do encanto dos meus olhos.

My name is Bora... Letsbora =P

Sou conhecido como: Fodi...lhão... sim.. isso mesmo que leste..

Adoro:

*Qualquer Objecto que faça barulho para arrastar no chão
*Sacos plasticos para correr com eles na cabeça ate chegar a parede
*fazer Loopings na parede da sala po corredor.
*Miar demanha até a minha dona acordar (e quem sabe acordar a vizinhança tambem)
*estar num colo bem confortavel
*subir as parteleiras da sala e derrubar tudo
*entrar e sair da cozinha a correr por saber que nao posso estar na
*Usar a minha caixinha, e deixar meio kilo de areia no CHAO.
*deitar-me frente ao portatil enquando a minha dona joga ou tecla
*o meu "namorado" Letscame (puderá.. estou 24H por dia e 7 dias por semana com ele)
*Fotografias "toparam meu style nessa ai de cima? ah poix é..."


Enfim... meu Lesbora Alex Lopes Carreiro em grande!
Se nao gostasse tanto dele... ja tinha voado pela Janela.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Gravida de palavras!

Estou grávida!
Grávida de parágrafos, frases, palavras, verbos, metáforas, adjectivos, reticências, pontos de exclamação, pontos de interrogação e ponto final.
Ufa! Canso-me de correr tão depressa entre letras que me penetram o útero do pensamento.
Como qualquer MULHER grávidA que se preze, paro para respirar fundo, não vá parir tudo de uma vez e abortar componentes linguísticos sem sentido ou fundamento algum que se espalham no papel por entre as borras esanguentadas da caneta velha que teima em dar à luz de quando em vez por entre as trevas oponentes que abafam a criatividade dos vivos e grávidAs.
Seguro, aperto-me e guardo para mim metade das palavras que poderia parir nesta gravidez que se me atomou.
Às vezes escolho as mais bonitas, outras vezes as mais gentis e são tantas as vezes que me saiem sem querer as palavras que prometo que nunca te direi.
Então, pego no papel e rasgo-o, em pedaços, torno as palavras em coisas sem significado, para o caixote dos papéis.
O meu caixote dos papéis torna-se então na barriga de aluguer para as palavras que escolhi não te dizer, quando na verdade deverias ser a minha cama e vontade de parir!!!

So no tempo e espaço serei apta de capacidades alem das minhas torturas de nao te falar, contar e clarificar.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Nova caixa de memorias!

Acho que é comum. Até mesmo típico. Agarramo-nos às coisas e nem sabemos bem porquê ou para quê. Guardamos os brinquedos de infância, as fotografias de amigos que já não o são, aquelas calças onde nunca mais nos voltaremos a conseguir enfiar, as revistas com artigos que um dia achámos interessantes, os flyers de festas onde nos divertimos à grande, os números de telefone de pessoas que já nem nos lembramos quem são.
Guardamos tudo, num saudosismo nem sempre saudável. Às vezes mesmo patético. Agarramo-nos a coisas não pelo que são mas pelo que representam, como se as termos ali connosco nos devolvesse momentos que foram e não voltam mais.
O ser humano é saudosista por natureza. Temos dificuldade em seguir em frente, em libertarmo-nos das coisas. Será que perdemos assim tanto se o fizermos? O que aconteceria se recolhessemos a âncora e partíssemos rumo ao horizonte?

Tinho medo que o meu saudosismo se tivesse transformado em esquizofrenia e me estivesse a devorar a sanidade que me restava. Tinha medo que as minhas lembranças de outros tempos me tinham sugado o espírito para uma realidade paralela dentro de mim, feita de memórias e concebida por medida, e eu fosse agora como um morto-vivo, vagueando por aí sem alma, como se diz dos espíritos. Que ficam tão ligados à Terra que não conseguem seguir a "luz".
Estava agarrada a ti. Não conseguia largar-me do tempo e da dor. Enfiei-me na caixa de memórias e magoas, não absorvia a imprevisibilidade da traiçao, entrei em negação!

Deixei que me sugasses para o passado, onde não teria mais de lidar com lembranças e finais (odeio finais). Fiquei por lá, bati o pé e não quis sair. Bem tentaram trazer-me de volta. Perdi-os todos de tão agarrada a ti que fiquei. Bati-lhes, insultei-os, mandei-os embora. Que direito têm eles de me querer afastar de ti? De quererem que te largue?
(...)
Mas tu não existes. Não sou eu o espírito. És tu. Morreste na minha vida, tenho medo que não tenhas encontrado a luz, e que ainda por cá vagueis, alma penada. Mas estás definitivamente morto para mim.
Acordo para a luz do dia. Do dia de hoje. Tempo presente. Jogo fora a caixa de memórias e respiro fundo. É um novo dia e eu tenho uma nova caixa para encher de risos.
Do dia 3 deste mes não passaste mais.
Foste directa para o caixote do lixo.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

O sentido.

Os meus sorrisos só fazem sentido nas tuas palavras, as minhas palavras só fazem sentido nos teus sorrisos... o sentimento que nos une só faz sentido num sorriso rasgado.
Por isso... um sorriso basta, um sorriso cheio, no olhar, nas mãos, no corpo inteiro. Um sorriso da alma.