segunda-feira, 16 de março de 2009
Desabafo!
Säo demasiadas as palavras para escrever numa frase só, tanto quanto säo demasiados os imprevistos para realizar em 24h.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Esperança da Emoçäo!
Conheci-te por uma razäo, Loucura, entrega carnal e manipulçäo.
A simples Mordida no labio é a adernalina e a descoberta sempre intensa.
Despertaste em mim o desejo da perda da alma, essa que fica aporta por falta de espaço entre o desejo e a escravidäo da sensaçäo.
Este desejo é Irmä dum sonho apenas momentaneo, desperta naquele momento de prazer a posse e o ciume.
Incendeias-me o calor e bombeias-me o sangue escondido.
Este desejo é pura inocencia dos actos ali praticados, éo reconhecer dos limites.
Näo é um desejo prevenido senäo o gozo seria nulo.
é puro ardor emocional.
Depois desse momento será a supultura do desejo se mantiver-se a emoçäo da posse.
Dai recordo-te, traz o teu corpo e larga a tua alma porque essa noite serei uma foice afiada que mutila esperanças e planos.
Até la apimentas-me o desejo demasiado carnal.
Naturalmente demasiado humano. . .
A simples Mordida no labio é a adernalina e a descoberta sempre intensa.
Despertaste em mim o desejo da perda da alma, essa que fica aporta por falta de espaço entre o desejo e a escravidäo da sensaçäo.
Este desejo é Irmä dum sonho apenas momentaneo, desperta naquele momento de prazer a posse e o ciume.
Incendeias-me o calor e bombeias-me o sangue escondido.
Este desejo é pura inocencia dos actos ali praticados, éo reconhecer dos limites.
Näo é um desejo prevenido senäo o gozo seria nulo.
é puro ardor emocional.
Depois desse momento será a supultura do desejo se mantiver-se a emoçäo da posse.
Dai recordo-te, traz o teu corpo e larga a tua alma porque essa noite serei uma foice afiada que mutila esperanças e planos.
Até la apimentas-me o desejo demasiado carnal.
Naturalmente demasiado humano. . .
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Pesadelo da tua lembrança
Não digas palavras que nunca mencionem, palavras que sempre ficaram silenciadas no vazio que se instalou entre nós, não faças dos meus discursos guiões de peças dramáticas e tão poucos faças com que a minha presença seja apenas mais uma no meio de tantas outras.
Criaste um filme, em que eu e tu somos as personagens principais e os nossos sentimentos ocupam os papéis secundários, os bastidores são as nossas recordações e a estreia o nosso fim.
Não voltes para mim, não voltes para casa, o que fizeste bastou para terminar com o inicio de tudo, que depois veio se a revelar o nada.
Nossa existência resumiu-se um pesadelo, não só por ser mau, mas por ser breve e ilusório.
Guarda-me como uma memória, guarda-me como um pesadelo de uma noite sombria, pois os pesadelos vêm mas nunca mais voltam.
Criaste um filme, em que eu e tu somos as personagens principais e os nossos sentimentos ocupam os papéis secundários, os bastidores são as nossas recordações e a estreia o nosso fim.
Não voltes para mim, não voltes para casa, o que fizeste bastou para terminar com o inicio de tudo, que depois veio se a revelar o nada.
Nossa existência resumiu-se um pesadelo, não só por ser mau, mas por ser breve e ilusório.
Guarda-me como uma memória, guarda-me como um pesadelo de uma noite sombria, pois os pesadelos vêm mas nunca mais voltam.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
E é so o que tenho para de dar
Deixo-te um corpo para queimar e uma gargalhada que já não se ouve... Deixo-te a paz que nunca te trouxe... Deixo-te a alegria que te roubei... Deixo-te o desgosto de quem perdeu... Deixo-te o que foi e não o que seria... Deixo-te um futuro e levo o passado... Deixo-te palavras que só se lêem... E é só….
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Gesto
O meus gestos, presos às palavras que não digo, fazem sombra na parede em frente. Os meus gestos, mantidos na subtileza das sensações, como se nada os derrubasse, como se nada me perfurasse, como se nada me fizesse o coração crescer e ficar quente, ecoam no branco da parede, ecoam no espaço que fica entre o meu coração e o mundo.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Presente e näo futuro
Nunca mais o amor puro e perfeito que tu me deste. Nunca mais amar alguém tão deliciosamente errado como tu.
Nunca mais o coração tão leve, a querer saltar-me do peito para ir a correr atrás do teu, os batimentos de ambas perfeitamente sincronizados.
Não mais as tuas palavras de poeta - o nome que não gostavas que te chamasse.
Não mais todos os gestos que tínhamos, todas as brincadeiras que criámos, tudo aquilo que nos definia e que era só nosso. Agora são apenas recordações no vento.
Não mais.
Nunca mais o mistério de quem tu és.
Não mais o tentar adivinhar-te o pensamento, não mais essa caixinha de surpresas que me amarrou a ti com os laços de um amor tão forte. Nunca mais a magia do teu olhar no meu, as palavras a fluir sem voz.
Não mais a tua silhueta colada à minha. Nunca mais o silêncio das nossas tardes onde se dizia tanto sem falar, tentando agarrar o tempo que corria indiferente às saudades. Nunca mais as nossas músicas, os nossos momentos, as nossas memórias. Não mais olhar para ti e sentir-te minha.
Não sei o que o futuro me reserva; não sei se um dia poderei olhar para estas palavras, novamente segura no conforto dos teus braços, e dar graças, porque afinal estava tão errada.
Não sei que surpresas ainda virão.
Mas hoje, hoje vivo na angústia desta ideia:
Tu, não mais.
Nunca mais o coração tão leve, a querer saltar-me do peito para ir a correr atrás do teu, os batimentos de ambas perfeitamente sincronizados.
Não mais as tuas palavras de poeta - o nome que não gostavas que te chamasse.
Não mais todos os gestos que tínhamos, todas as brincadeiras que criámos, tudo aquilo que nos definia e que era só nosso. Agora são apenas recordações no vento.
Não mais.
Nunca mais o mistério de quem tu és.
Não mais o tentar adivinhar-te o pensamento, não mais essa caixinha de surpresas que me amarrou a ti com os laços de um amor tão forte. Nunca mais a magia do teu olhar no meu, as palavras a fluir sem voz.
Não mais a tua silhueta colada à minha. Nunca mais o silêncio das nossas tardes onde se dizia tanto sem falar, tentando agarrar o tempo que corria indiferente às saudades. Nunca mais as nossas músicas, os nossos momentos, as nossas memórias. Não mais olhar para ti e sentir-te minha.
Não sei o que o futuro me reserva; não sei se um dia poderei olhar para estas palavras, novamente segura no conforto dos teus braços, e dar graças, porque afinal estava tão errada.
Não sei que surpresas ainda virão.
Mas hoje, hoje vivo na angústia desta ideia:
Tu, não mais.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Tunel de som
A minha pequena poesia não chega. As palavras pequenas que conheço não são suficientemente grandes para comportar o que quero, quero novas palavras, palavras inventadas com sabor a cheio, à plenitude do seu significado, ao que me percorre a mente em vocábulos menores. As rimas que construo de forma esforçada são deficientes, insuficientes, queria rimas de sons impossíveis, de palavras inteiras, o poema supremo, onde uma vida toda de emoções seria descrita. É preciso uma nova linguagem, para quem não sabe pintar em cores garridas o que é preciso dizer, ou não consegue arrancar uns sons trémulos e ricocheteados do sentimento a um instrumento, ou para aqueles cuja impossibilidade socialmente incorrecta e comprometedora de gritar as entranhas para fora do corpo é demasiada para poder ser suportada posteriormente. Porque estas palavras já não chegam. Sim, confesso, já não me chegam. Provavelmente não poderei estender esta minha visão a outros, seria ridículo distribuir um abaixo-assinado que ninguém iria apoiar, escrevinhando o seu nome por baixo da minha sugestão. Quem não sabe fazer uma coisa, faz outra. Quem não se expressa das outras formas, usa as palavras, compõe frases, redige sentimentos e opiniões ou conta-os verbalmente. Mas que fazer quando nos assola esta lacuna que me aflige? Não é a ausência, é antes a falta de importância, de significado. Não são suficientemente grandes para expressar tudo o que quero e canalizar ansiedades e desesperos de causa. Gritar, concluo.
Ir pela via do som exagerado parece-me a solução.
Ir pela via do som exagerado parece-me a solução.
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