terça-feira, 14 de abril de 2009

(...) e os dias (...) depois eu(...)

Hoje não me apetece escrever...........
.....................apenas queimar palavras.....




quinta-feira, 9 de abril de 2009

Direitos vc Näo direitos

Näo tenho o direito de cobrar, questionar porquê ou criticar, mas tenho todo o direito de mudar a minha opniäo e sentimentos mediante os acontecimentos.

...e quem diz eu... todo o mundo tem...

quinta-feira, 26 de março de 2009

Atestados

Enganar-nos é uma coisa, mas querer passar atestados de estupidez para justificar o engano é do pior!

segunda-feira, 23 de março de 2009

O Alimento da alma!

Tenho FOME de estabilidade, sede de certezas e estou demasido cheia de tentativas e ilusoes.
Quero o prato principal todos os dias quando chego a casa, quero ter o estomago cheio de ansiedade de la chegar.
So näo me apetece temperar e ter que esperar que seja a melhor altura, quando na verdade nem sei se alguma vez estará pronto ou preparado.
Com tudo isto.
Cortei com os vícios da carne quando a alma me pediu mais...

segunda-feira, 16 de março de 2009

Desabafo!

Säo demasiadas as palavras para escrever numa frase só, tanto quanto säo demasiados os imprevistos para realizar em 24h.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Esperança da Emoçäo!

Conheci-te por uma razäo, Loucura, entrega carnal e manipulçäo.

A simples Mordida no labio é a adernalina e a descoberta sempre intensa.

Despertaste em mim o desejo da perda da alma, essa que fica aporta por falta de espaço entre o desejo e a escravidäo da sensaçäo.

Este desejo é Irmä dum sonho apenas momentaneo, desperta naquele momento de prazer a posse e o ciume.

Incendeias-me o calor e bombeias-me o sangue escondido.

Este desejo é pura inocencia dos actos ali praticados, éo reconhecer dos limites.

Näo é um desejo prevenido senäo o gozo seria nulo.

é puro ardor emocional.

Depois desse momento será a supultura do desejo se mantiver-se a emoçäo da posse.

Dai recordo-te, traz o teu corpo e larga a tua alma porque essa noite serei uma foice afiada que mutila esperanças e planos.



Até la apimentas-me o desejo demasiado carnal.

Naturalmente demasiado humano. . .

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Pesadelo da tua lembrança

Não digas palavras que nunca mencionem, palavras que sempre ficaram silenciadas no vazio que se instalou entre nós, não faças dos meus discursos guiões de peças dramáticas e tão poucos faças com que a minha presença seja apenas mais uma no meio de tantas outras.
Criaste um filme, em que eu e tu somos as personagens principais e os nossos sentimentos ocupam os papéis secundários, os bastidores são as nossas recordações e a estreia o nosso fim.
Não voltes para mim, não voltes para casa, o que fizeste bastou para terminar com o inicio de tudo, que depois veio se a revelar o nada.
Nossa existência resumiu-se um pesadelo, não só por ser mau, mas por ser breve e ilusório.
Guarda-me como uma memória, guarda-me como um pesadelo de uma noite sombria, pois os pesadelos vêm mas nunca mais voltam.