Se näo consegues vencer os teus vicios, improvisa.. transforma-os!
O meu vicio tornou-se agora Arte, e näo me venham dizer que nao melhorou nem um pouco!
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Dentro de mim ( agora ) näo tenho limites!
Nesta Alma só mora as 1as Opurtunidades, mesmo sabendo que esta, ja pediu 2as opurtunidades a outros terceiros.
Nesta Alma passeia a paixäo, mas näo alimentada abandona sem emoçäo.
Nesta Alma move-se o desejo, esse que näo deixo.
Nesta Alma crece o carinho, mas a rega pára, o carinho murcha coitadinho
Nesta Alma ja viveu o amor, esse simplesmente desistiu de tocar e nao ser atendido.
Esta alma agora vive de paixäo espontanea ,felicidade carinhosa, de varios coraçoes e de um unico senäo.............
............quer mesmo estar sozinho sem o amor.
Nesta Alma passeia a paixäo, mas näo alimentada abandona sem emoçäo.
Nesta Alma move-se o desejo, esse que näo deixo.
Nesta Alma crece o carinho, mas a rega pára, o carinho murcha coitadinho
Nesta Alma ja viveu o amor, esse simplesmente desistiu de tocar e nao ser atendido.
Esta alma agora vive de paixäo espontanea ,felicidade carinhosa, de varios coraçoes e de um unico senäo.............
............quer mesmo estar sozinho sem o amor.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
O ultimo antes do proximo!
Chove...!
O destino marca-me encontros com todas as horas do dia e a qualquer uma delas, sinto-me assaltado pelo brilho dos olhares, procuro-os mas não os encontro.
Ando por aí a perder-me num emaranhado de pessoas que insistem em não saber para onde vão, ou sequer de onde vêm, pessoas como eu... mas nunca como alguem.
Que estranha sensação esta que me invade o corpo e que me viola insistentemente a privacidade destes pensamentos e de outros que já foram só meus.
Enrolo um cigarro e digo para mim mesmo que será o último embora saiba que não vai ser assim, faço isso com as pessoas quando lhes quero dizer qualquer coisa e nunca o digo, faço isso com a vida quando quero que ela mude e ela nunca muda, até faço isso com a sorte e ela não me aparece.
Portanto este será o último cigarro antes do próximo.
Olho em redor e não reconheço nada que tenha feito, se calhar por isso mesmo... nunca fiz nada que ficasse para depois apreciar, ou se o fiz dei a alguém ou perdi, como tudo nesta ressaca de vida.
O destino marca-me encontros com todas as horas do dia e a qualquer uma delas, sinto-me assaltado pelo brilho dos olhares, procuro-os mas não os encontro.
Ando por aí a perder-me num emaranhado de pessoas que insistem em não saber para onde vão, ou sequer de onde vêm, pessoas como eu... mas nunca como alguem.
Que estranha sensação esta que me invade o corpo e que me viola insistentemente a privacidade destes pensamentos e de outros que já foram só meus.
Enrolo um cigarro e digo para mim mesmo que será o último embora saiba que não vai ser assim, faço isso com as pessoas quando lhes quero dizer qualquer coisa e nunca o digo, faço isso com a vida quando quero que ela mude e ela nunca muda, até faço isso com a sorte e ela não me aparece.
Portanto este será o último cigarro antes do próximo.
Olho em redor e não reconheço nada que tenha feito, se calhar por isso mesmo... nunca fiz nada que ficasse para depois apreciar, ou se o fiz dei a alguém ou perdi, como tudo nesta ressaca de vida.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Parar o ritmo
Somos livres...
Somos tão livres
Que podemos escolher as linhas
De entre as entrelinhas,
As roupas que se despem
Entre todas as que se vestem,
O que queremos ser
E no fim esquecemo-nos de escolher......
......não vamos escolher!
Só deixar acontecer as coisas
Em simples prosas
Sem medida ou melodia
Num improviso de fantasia
ate breve!!!
Somos tão livres
Que podemos escolher as linhas
De entre as entrelinhas,
As roupas que se despem
Entre todas as que se vestem,
O que queremos ser
E no fim esquecemo-nos de escolher......
......não vamos escolher!
Só deixar acontecer as coisas
Em simples prosas
Sem medida ou melodia
Num improviso de fantasia
ate breve!!!
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